domingo, 21 de outubro de 2012

Está Feito....

o nosso treino de hoje na distancia de 15km
É caso para dizer está feito o treino para a maratona !De facto com o treino desta manhã de domingo de 15 km entramos agora na "curva" descendente , preparar a mente e pedir saúde para domingo lá estar a ajudar a Natercia a concluir a maratona.Foram cerca de 500km desde a segunda semana de Agosto até á data , cumprindo assim um esquema de treino que nos permita terminar bem.
A avaliar pelo treino de hoje a "rapariga" está bem e se tudo correr dentro do previsto e com a minha ajuda vai cumprir o sonho de terminar a mítica distancia da maratona.Hoje o treino foi bom (como podem ver no resumo do GPS).Esperamos agora por uma semana com alguns treinos (curtos) só para manter a forma.

sábado, 20 de outubro de 2012

Como a corrida mudou a vida a RUI PINHO


Que a corrida faz milagres , 

já sabíamos mas deixo aqui na primeira pessoa um testemunho

 fantástico

A história de 50 kgs 

Este texto foi prometido a uma amiga ainda em Agosto. Pedia-me que descrevesse as minhas motivações, o que me tinha levado à perca de peso que iniciei mais a sério há quatro anos, e quais as mudanças mais significativas nas minhas rotinas diárias. Engloba tudo isso.
Tendo por recorde 36 rissóis (de carne) numa só refeição aos 12 anos, quando estava de dieta por suspeita de apendicite (as desculpas que eu arranjava para ir para a enfermaria do seminário no Inverno…(Sim, eu andei num seminário)), alguns 30 Bollycaos (aquecidos com manteiga), depois de desafiado por alguns amigos numa noite de copos, aos 19/20, altura em que, quando os outros iam aos panados à Mobil (bomba de gasolina de uma marca já extinta, que ainda existe na Avenida dos Combatentes, ali para os lados das Antas) eu comia um, muitas vezes dois Dan Cakes de chocolate (sim daqueles de 400g), era certo e sabido que havia de chegar a obeso. Não foi logo, mas aos 25 anos, quando deixei de jogar futebol de 11 e passei exclusivamente ao Futsal, e que coincidiu com o fim dos treinos de ginásio, rapidamente os meus maus hábitos alimentares me levaram a aumentar de peso.
gordofutsal
(Futsal, esse desporto de sofá)
Foram em média 5 kg por ano. Parece pouco, mas em 10 anos, levou-me à estupidez de não poder baixar-me para apertar os cordões. Nunca me senti infeliz. Sou de riso e piada fácil, tenho por hábito andar bem disposto, a minha profissão implica contactos permanentes com muitas pessoas, em muitos lugares do País e de outros países, o que proporcionava sempre repastos fartos e completos, onde se ultimavam negócios ou se reconfortavam parcerias.
Um dia fui comprar um fato. Era grande. Mas os fatos são sempre grandes, nada de alarmante. Comprei umas calças. 60. Fui-me pesar e vejo 134 kg. Assustei-me.
Godo
(Sim, sou o da direita)
Assim, dificilmente não teria complicações de saúde em breve. A juntar a tudo isto era fumador. Tinha no tabaco um amigo, um companheiro de viagens, um reconfortante escape para o frio, para o calor, para a cerveja geladinha, para o copo de vinho, para tudo. Comecei então uma nova tentativa de dieta. Já tinha tentado algumas. Tinha havido uma altura em que ia para a piscina diariamente. Durante uns meses dediquei-me à natação. Fazia 60 piscinas de 25 mt na especialidade bruços. Emagreci, mas pouco. Veio a Primavera, a piscina era muito quente, um ambiente fechado, preferia o mar. Mas o mar era frio. Deixei e esqueci. Continuava o futsal. E voltei ao volume normal.
Um dia, vendo uma amiga emagrecer, perguntei-lhe o que fazia. Apresentou-me uma marca de batidos substitutos de refeição. Durante um ano fiz religiosamente a substituição do jantar por um batido. Perdi 8 kg. Ao fim de um ano deixei de fumar. Foi há 4 anos. Com medo de recuperar o peso perdido comecei a correr. Comprei equipamento adequado, e todos os dias corria 4 km, normalmente de madrugada, às vezes a altas horas da noite, sempre de maneira que não me vissem. Admiro as pessoas gordinhas que correm desavergonhadamente. Mas parecia-me melhor ter de correr tão lentamente com poucas testemunhas.
A corrida levou-me às escolhas acertadas dos alimentos. É inevitável. Quando começamos a correr, consultámos sites de corrida, compramos revistas, equipamento, chegámos a trocar impressões anonimamente em sites de corrida, e depois, inscreve-mo-nos em provas. Foi o que eu fiz um dia. Numa prova de 7 km. Fui, fiz a prova, fui desafiado por um amigo a fazer uma 1/2 maratona e treinei para ela. Achei-me um atleta depois de a concluir (ainda com mais de 115 kgs. Um ano depois fazia a minha primeira maratona, aí já a rondar os 100. Peso neste momento 85 kg, e já completei 5 maratonas de estrada e 6 ultras de montanha.
Desde o início deste ano que ando entre os 83 e os 87. Peso o mesmo que há 20 anos, mas com muito mais qualidade de vida. As loucuras à mesa moderei-as, o tabaco deixei-o definitivamente e o exercício físico tornou-se num saudável vício e num escape ao bulício do dia-a-dia. As minhas escolhas alimentares são as que me permitem ter mais saciedade, embora fure muitas vezes a dieta exemplar do atleta. E não sou caso único. Saber o que comer é fundamental, comer aquilo que nos dá prazer também. Só não o faço todos os dias, ou todas as semanas. Mas não abdico de uma francesinha de vez em quando, ou do bolo de bolacha da minha mãe (com creme de manteiga, perfeito), ou mesmo de um repasto típico português em ocasiões especiais. Evito os excessos mas não excluo alimentos. Os erros não passam de prémios. É tudo uma questão de equilíbrio.
A vida é equilíbrio. Eu encontrei o meu. E se eu, com um histórico tão “pesado” consegui, só não consegue quem não tentar e não quiser insistir. São muitos os momentos em que queremos desistir, as tentações são muitas, há sempre desculpas para não fazermos aquilo que sabemos ser o mais acertado. O fatídico “é só desta vez” é o erro mais comum e usual de quem quer e precisa de perder peso. Durante muito tempo evitei excessos e alimentos que eu sabai me iam atrasar o equilíbrio que me levaria ao peso minimamente aceitável para poder almejar o sonho de correr uma maratona. Durante o período de treinos menos intensos tenho o cuidado de compensar com muita atenção ao que como, fazendo uma contabilidade dos erros ao pormenor de não excederem as escolhas acertadas. Uma boa forma de os evitar é, quando os estamos quase a cometer, comer uma peça da fruta que mais gostamos, ou um punhado de frutos secos. Normalmente, a vontade de comer um doce é apenas uma indução do cérebro a mostrar-nos o caminho mais curto para acalmar a “fome”, o açúcar. Aprendendo a contornar este impulso, facilmente se perde algum peso. O resto é disciplina e exercício físico. O nosso corpo está tão bem feito, que sempre que o fazemos ficámos com um sorriso rasgado, por mais que soframos. A vida de hoje em dia é tão sedentária que é fundamental o exercício. O resto é a motivação de todos os que reparam na nossa perda de peso e nos vão dando injecções de motivação para não voltar atrás. Sempre com metas alcançáveis, sem desesperar e de preferência com acompanhamento por um profissional. E idealmente devemos publicitar a nossa luta, para sermos ajudados e incentivados pelos que nos rodeiam. Vamos ter tentações toda a vida e a principal é aquela altura em que achámos que já não voltámos atrás. Conheço imensos casos, espero não ser um. E desejo o mesmo a quem, como eu, se decidir a travar uma luta contra o peso.
Estarei sempre aqui para ajudar no que puder.
Obidos
(Foto Ultra Trail Nocturno Lagoa de Óbidos, Agosto 2012, 50 Km)
Daqui a umas horas chego aos 40 anos. Não podia ter escolhido melhor prenda. Saúde, vontade de continuar esta luta permanente e acima de tudo, gozar esta capacidade de me surpreender todos os dias, de poder suplantar sempre mais um obstáculo, de, como na corrida em que, quando estamos cansados nos limitamos a colocar um pé em frente ao outro, poder viver um dia de cada vez, sem a sensação de eternidade, mas com a consciência do fútil e do acessório em contraponto ao mais importante: Viver. E um obeso não vive, desespera por poder usufruir da vida que está para lá da comida. É um escravo da comida.
Obrigado a todos vós que me ajudam permanentemente neste caminho. Todos são determinantes e importantes para mim. Em todos encontro motivação para me suplantar. Em todas as vitórias, por pequenas que vos pareçam, e que sempre mas fazem sentir grandes, é um enorme passo na estabilidade desta forma de vida que desejo nunca abandonar. Não há dia que não recorde o meu eu que ficou para trás. Este de hoje é mais feliz, também graças a todos vós.
Obrigado! (texto publicado no blog http://tripasenortadas.blogspot.pt/)

Quando os últimos ....são os Primeiros

É difícil de compreender a competição existente entre atletas de pelotão.De facto quem anda nestas andanças facilmente se apercebe  que muitos atletas "matam-se" para ganhar um segundo ou um minuto ao amigo eu companheiro de equipa mesmo sabendo que com isso nada ganham.Acredito que todos gostem de fazer o melhor (até eu)mas apenas para se superar a si mesmo , pois para ganhar como eu costumo dizer lá estão os suspeitos do costume.
Vem isto a prepositivo de um video que quero partilhar com todos os amigos da blogosfera e que estou certo vai contagiar de alegria todos os que gostam da corrida apenas pelo prazer que a mesma nos transmite.
Eu também já terminei mal algumas corridas , mas por lesão nunca  por tentar fazer   aquilo que não posso nem tenho capacidade .Terminar com um sorriso é sem duvida a melhor forma de agradecer o momento.
Foi assim com este rasgado sorriso que a SOPHIA terminou a meia maratona do Porto , apesar de ser a ultima .é a prova que os últimos ás vezes também podem ser primeiros . Parabéns a ela e a todos que nunca se esquecem de sorrir apesar das adversidades.
http://www.facebook.com/photo.php?v=3140835380295
aqui

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

A corrida é um dos pilares da minha vida

Caros amigos leitores  , numa altura em que aproxima a maratona é muito  mais importante o treino mental que físico. Por isso ando atrás de artigos que consigam estimular todos aqueles que pela primeira vez vão ter o prazer de correr uma maratona..O texto que quero partilhar com todos vocês é de uma cidadã brasileira que tal como muitos de nós descobriu na corrida uma grande solução para viver cada dia mais feliz , que é no fundo o grande objectivo pessoal de cada um de nós.

"A actividade física de Andreia na infância e adolescência foi o balé.“Nunca tive o perfil de desportista; era uma negação em esportes colectivos. Então segui pelo caminho da dança”.Aos 20 e poucos anos, se rendeu à natação. Aos 30, depois do primeiro filho, resolveu procurar um treinamento mais orientado.
“Queria alguma coisa mais intensa. Por conta do horário, acabei caindo no treino dos triatletas, que era bem puxado. Resultado: na gravidez tinha engordado 10 quilos e com a natação emagreci 14”.
Mas os treinos eram difíceis. Foi aí que seu treinador sugeriu a corrida. “Comecei a ter performance na corrida, muito mais do que na natação. A corrida entrou na minha vida primeiro como uma maneira de manter a forma, mas rapidamente se tornou fonte de conquista e satisfação pessoal”.Em 1997, um ano depois que começou a correr, Andreia arriscou-se na primeira maratona. “Treinei um pouco, mas não tinha a menor noção do que realmente significava a distância. Foi mais uma decisão do meu marido do que minha. Íamos tirar férias, viajar para San Diego, e aproveitaríamos para correr”.Ela conta que, embora tenha feito um tempo considerado bom para uma amadora (quatro horas), a estreia nos 42 quilómetros foi sofrida. “Não tinha lastro, não tinha o preparo necessário, mas despertou o gosto pelas provas. Me estimulou a treinar mais forte”.Em 2002, em Chicago, Andreia repetiu a dose de maratona e conquistou seu melhor tempo até hoje. “Meu objectivo era completar em 3h45m. Finalizei com 3h38m. Foi com essa prova que me tornei a corredora que sou hoje: alegre, competitiva, determinada, forte”.
Nesse período a corrida teve importante papel na vida da gerente de marketing. “Eu havia me separado e carregava uma tristeza enorme dentro de mim. Correr me livrava desse sentimento". E ela deixava tudo de ruim pelo asfalto."Em uma determinada época da vida, parece que a mulher dentro da gente fica esquecida. Na corrida eu resgatei esse lado mulher de novo. Quando corro não estou agradando meu chefe, meu marido, meus filhos. Estou agradando a mimutro momento de superação na corrida, que Andreia acredita ser o mais marcante em sua trajetoria desportiva  aconteceu em 2011. Desde o início do ano, ela estava decidida a correr a Maratona de Berlim, em Setembro  para obter índice para a Maratona de Boston – prova que exige tempo classificatório para o corredor se inscrever.
“Mas no final de 2010 rompi o ligamento do joelho e o médico que procurei me aconselhou a esquecer maratona em 2011. Procurei outro especialista, que disse que eu poderia tentar. Iríamos devagar, dentro de um planejamento bem cauteloso”.
As respostas positivas começaram a aparecer. “Fiz seis meias maratonas em seis meses. E isso foi me fortalecendo”.Mas a 20 dias de Berlim, Andrea ganhou uma lesão na panturrilha. “Um certo pânico se misturou ao meu otimismo nato. Corri para o médico e avaliei o estrago. Felizmente era uma lesão levinha. Um pouco de fisioterapia e daria tudo certo”.
Um dia antes da maratona, porém, a dor voltou. Ela não conseguia colocar o pé no chão. “Foi uma decisão do coração: estava ali, iria fazer a prova. Tinha que voltar com medalha, que significava muito para mim”.Do primeiro até o 11º quilometro  tudo foi bem, apesar de uma dorzinha. “No 11, o que parecia uma câimbra me tirou o humor, a segurança e o sorriso do rosto. Não conseguia por o pé no chão, não conseguia me desentortar, mas não ia parar. Desistir não era opção", conta.
Aos poucos, ela se acostumou com a dor e foi em frente. "Foi como um parto normal, você sente dor, mas não tem como fugir da mesa. Sei que corri e corri forte e não morri. Consegui o tal do índice ao descobrir que dá para enfrentar a dor de frente, com espadas imaginárias nas duas mãos e confiança nas duas pernas”.
Andreia terminou a maratona de Berlim em 3h48m, tempo mais do que suficiente para classificar-se para Boston (que exige 3h55m na faixa etária da corredora).
A experiência de superação do esporte também é levada para o dia a dia. “Quando estou em uma situação difícil, vou lá no dia da maratona e penso no que enfrentei para chegar”.
Sobre como consegue distribuir seu tempo em meio a tantas actividades  ela conta que tudo se encaixa quando você decide fazer bem as coisas.
“Não entendo quando as pessoas dizem que não têm tempo para a actividade física. Na verdade você ganha tempo, porque se sente melhor e seu dia rende. A corrida é um dos meus pilares, junto com meus filhos, meu trabalho e meus amigos”.
Mãe de dois meninos, ela sempre encontra tempo e faz questão de estar com os filhos. E gosta de lembrar uma situação com o mais velho. “Ele era pequeno e eu estava encapando os cadernos da escola quando ele virou para mim e disse: ‘você é a mãe que mais trabalha e a melhor encapadora de cadernos’. A vida ganha importância nas coisas que você escolhe fazer bem. Acredito que sou boa mãe, boa profissional, boa amiga e boa corredora”.
Depois de Berlim com dor e o índice para Boston, agora Andreia alimenta o desejo de uma maratona em 3h30m. “Sempre tive esse sonho. Mas havia ficado distante. Em Berlim me aproximei dele novamente. Posso evoluir mais”, acredita. texto publicado em Dellas saude e mulher

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Maratona , um desafio de"Loucos"

Esses loucos que correm,....
Correr uma Maratona não está ao alcance de Muitos .Quando em 2009 corri pela primeira vez uma maratona terminaram a prova 859 atletas , dos quais mais de metade eram estrangeiros, fiquei na posição 311 na geral.
Estamos habituados a ver nas grandes Maratonas que se realizam um pouco por todo o mundo  milhares de participantes , em Especial nas Maratonas que ao longo do tempo ganharam o seu espaço e fama.Por exemplo em Nova York são muitos os que ficam de fora , a organização da-se ao luxo de sortear as inscrições tantos são os que querem participar. Em Portugal  como se sabe são cada vez mais os que se aventuram nesta mítica prova  de 42 195 metros.Mesmo assim não fossem os estrangeiros e não chegariam a 1 milhar de participantes .Nas duas ultimas Maratonas de 2011 a prova do Porto teve  1517 atletas e a de Lisboa 1334 , números que mesmo assim ficam aquém das varias maratonas que se realizam um pouco por todo o mundo.
Correr uma maratona para muitos é a concretização de um sonho , de algo que ás vezes de pensava ...mas parecia impossível. Não existem palavras para descrever a alegria que senti quando a terminei , indescritível e só os que assim pensam perceberão este sentimento.Serão muitos os amigos da corrida que este ano vão sentir esse fantástico momento  e poderem dizer :EU SOU MARATONISTA.

domingo, 14 de outubro de 2012

Amarantino vence na terra dos "GALOS"



  • Rui Teixeira vence destacado Em Barcelos.
O atleta amarantino Rui Teixeira venceu este domingo a 32ª edição do G.P.DA SILVA  prova que se realiza na simpática freguesia da silva no Concelho de Barcelos.
O atleta amarantino cortou a meta em 1º lugar com 31:52 seguido do seu atleta de equipa o minhoto José Rocha  , na terceira posição ficou o Agora Benfiquista Tiago Costa .
Leonor Carneiro venceu em femininos Com Rafaela Almeida e  Mónica Silva a serem respectivamente 2ª e 3ª classificada.
Flávio Nunes também ele atleta amarantino  participou terminando na 22ª posição com o tempo de 37:11.

A 14 Dias da MARATONA

Cláudio em  2010 terminou com 2:45:05
Faltam exactamente 14 dias para a Maratona Do Porto.Agora que estamos a entrar na recta final da preparação e que felizmente está a correr dentro previsto.
Hoje foi mais um treino , o ultimo longo , 17km , com um clima fantástico para correr tudo correu bem , ritmo sempre dentro do que se quer correr dia 28 , nada de loucuras , apenas por á prova a resistência que se foi "acumulando" ao longo dos últimos dois meses , foi bom 1:39:05.
Confesso que apesar de ser a minha segunda maratona , e de a correr abaixo daquilo que  já fiz , é com alguma ansiedade que aguardo o tão importante momento.Não , não estamos á espera de títulos , apenas de ajudar a Natércia a conseguir o sonho de terminar uma maratona , Se tal acontecer será também a primeira mulher da nossa região a terminar tal feito , esta que é uma terra de Maratonistas mas até á data só homens se propuseram a tal desiderato.
Serão vários os amarantinos que dia 28 de Outubro vão correr a  Maratona , alguns repetentes outros pela primeira vez , de referir que Amarante ainda tem o recordista europeu da distancia (António Pinto) e que entre os atletas populares tem muitos que já fizeram bons resultados ,como Cláudio Matos em 2010 que terminou a sua prova com o tempo de 2:45:05 e que é até á data a melhor marca entre os atletas não profissionais desta região.

O Valor das pequenas coisas..

"Fazer de cada momento uma vida e da vida um único momento ,  isto é a felicidade"    ( R oque Scheneider -O valor das pequenas c...