segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

15ªS.SILVESTRE DE SANTO TIRSO

AMARANTINOS
 NA S.SILVESTRE DE STº TIRSO
Vários amarantinos presentes na S.silvestre de santo Tirso com destaque para o jovem FLÁVIO NUNES a terminar na 26ª posição em 1171 atletas presentes.
Fica aqui o texto enviado por Elisabete Ribeiro uma das amarantinas que realizou esta prova.
Pode ver aqui os resultados
29 de Dezembro  último sábado de 2012. O enorme grupo reuniu-se, mais ou menos, à hora marcada, para uma pequena viagem até Santo Tirso.
Entre muita conversa e animação chegámos ao local de levantamento dos dorsais para a 15ª edição da corrida de S. Silvestre. Deparamos com uma fila extensa e muita confusão para a entrega dos mesmos. A parte positiva foi que deu para reencontrar colegas de corrida.
Após necessitar de nervos de aço (tal era a desorganização) para que me fosse entregue o envelope com os dorsais da equipa, fui, com o restante grupo, equipar para iniciar o aquecimento.
Quando nos dirigimos para o ponto de onde seria dada a partida, ouvimos um dos elementos da organização a anunciar um atraso de cerca de 30 minutos para a corrida dos 10 000 m.
Mais um aspeto negativo a acrescentar à Desportave, responsável pela organização deste evento. Os atletas estavam contrafeitos por este atraso, mas como a vontade de correr era enorme, lá se aguardou, pacientemente, pela hora da partida.
A paciência chegou aos limites quando uma chuva impiedosa se abateu sobre nós. Os assobios, as reclamações, os protestos dos atletas fizeram-se logo sentir, quer pelo inconcebível atraso quer pelo mau estar provocado pela chuva. Foram quase 5 minutos assim até que se deu o tiro da partida.
O percurso consistia em 10 km, com retorno no 5º, pelo mesmo sítio, à exceção da parte final. Apresentava algumas subidas, mas não muito acentuadas. O piso molhado, principalmente no paralelo, exigia cuidados redobrados na colocação dos pés. A pior parte foi entre o 3º e o 4º km onde não existia luz pública. Correr de noite, sem qualquer iluminação, obrigou-nos a fazê-lo por intuição. Mesmo assim as quedas e os abrandamentos, neste local, foram inevitáveis.
Após cortar a meta surgiu outra contrariedade: mais de 15 minutos à espera para receber o prémio de participação. Além de suados, também estávamos molhados da chuva que caíra. A   acrescentar o frio que já se fazia sentir às 19h da noite.
Perante os aspetos negativos aqui referidos, julgo que a organização deverá evitar que estes voltem a ocorrer no futuro. Todos os atletas e participantes merecem mais ordem e mais qualidade por parte de quem organiza.
Confusões à parte, nada melhor do que, após uma prova, um pequeno lanche convívio na pastelaria mais próxima, para descontrair, restabelecer energias e fazer o rescaldo da prova de todo o grupo. O resultado não podia ser melhor: todos terminaram bem, divertiram-se e o espírito de grupo estava ali presente!
Mais uma S. Silvestre realizada, a última deste ano. Uma prova que me deu imenso prazer fazer pela camaradagem do enorme grupo, pela alegria de participar, pela amizade e pela satisfação que me dá correr!
 Venha agora 2013 para mais umas corridas!
Texto:Elisabete Ribeiro-Amarante

sábado, 29 de dezembro de 2012

Coimbra festejou o regresso da S.Silvestre



Jovem amarantino , Luís Filipe Coutinho termina na  26ª  posição num total de 800 participantes

Coimbra ficou ontem á noite com mais encanto no regresso da prova da Silvestre.É bom recordar que esta prova foi cancelada no ano anterior por dificuldades da organização em a por na estrada com o prestigio que a prova merece , regressou este ano com a sua 35ª edição .Pode-se dizer que regressou em grande pois foram cerca de 800 atletas que deram cor á noite fria de Coimbra. 
Mário Teixeira  do Sporting  venceu mais uma vez esta prova elevando para 6 o numero de triunfos.No sector feminino Sandra Silva foi a grande vencedora .
O Jovem amarantino  Luís Filipe Coutinho esteve presente a representar o nosso blog  amarante running team e apesar de um contratempo  com fortes dores abdominais a partir do km 3 quando corria do grupo da frente , conseguiu terminar na 26ª posição com 24 minutos para percorrer os cerca de 6980 metros do percurso.
Mais uma excelente participação do jovem amarantino que continua com uma "saudável"evolução.
Imagem da 35ª S.silvestre cidade Coimbra
(Foto Figueiredo diário de coimbra)


terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Natal a correr

Natal é sempre que o homem quiser !Pois é também penso assim  , mas a 25 de Dezembro é uma data especial até porque para os católicos se assinala o nascimento do menino salvador Jesus. Também sou católico por isso participo e vivo esta época com a alegria que esta época nos proporciona .Nada de "consumismos" exagerados , apenas e só o essencial  .Mas com tanto para se ver e conviver (apesar de já não ser o que era) tem que haver tempo para uma corridinha.
Desde que comecei a fazer da corrida o meu desporto favorito que no dia de Natal  faço questão de correr mesmo que seja pouco , foi o que aconteceu hoje logo pela manhã fui com a Natércia  mais uns amigos fazer o habitual treino natalício , nós só corremos 30 minutos mas foi o suficiente para " arranjar " espaço para alguns exageros alimentares que normalmente se cometem nestas alturas.
Foi com alguma admiração que vi outras pessoas a fazer o mesmo coisa pouco habitual em anos anteriores , sinal evidente que a corrida funciona como um "aperitivo" para um almoço sempre bem "abençoado" nestes dias de natal.
Para aqueles que acreditam ou não , o natal é sempre uma época bonita de paz amor e fraternidade , onde ainda se vê felizmente muita solidariedade  , foi provavelmente o que mais me marcou neste natal ver que as pessoas são solidarias e que apesar da crise não ficam indiferentes aos que menos têm , merecíamos realmente governantes melhores pois o povo é solidário.Que o desporto em particular as corridas funcione como elo de ligação entre os povos de forma a que a sociedade fique mais humana e menos materialista , é esse desejo para 2013 com muita saúde e paz , e já agora boas corridas.


segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

s.silvestre cidade de Vila Real

Elisabete Ribeiro
na s.silvestre de vila real
Texto e fotos de :Elisabete Ribeiro


Neste 21 de dezembro, as condições climatéricas ameaçavam uma S. Silvestre molhada. Surpreendentemente, quando chegamos à cidade de Vila Real, pelas 21h, a chuva cessou.O levantamento dos dorsais para a 7ª S. Silvestre de Vila Real foi efetuado no Regimento de Infantaria 13. Tenho de ressalvar o tratamento cordial, e tipicamente, militar dos soldados que nos receberam. Desde o batimento de pala até à quase escolta ao estacionamento, deixou o grupo profundamente enlevado.Como a meta não era no ponto de partida, tivemos que estacionar num local intermédio. Nada melhor do que nas piscinas municipais, com direito a duche após a corrida.
Desta vez o grupo não se resumiu a apenas membros do atletismo. A recente secção de Trail Running juntou-se-nos para participar nesta prova transmontana. Uniram-se, assim, duas secções da mesma Associação (ADA), num ambiente de companheirismo, camaradagem, partilha e descontração.  
Já perto do início da partida dirigimo-nos para a porta do Regimento de Infantaria. Não existia aqui aquela imensidão de atletas, a exuberância das grandes provas. A hora escolhida também não ajudou muito. Obrigou a que se fizesse um jantar mais cedo que o habitual ou mesmo um lanche reforçado. Para quem tinha jantares de Natal e outros compromissos típicos desta época natalícia, viu-se impossibilitado de marcar presença. Apesar disso, os participantes que estavam atrás da linha de partida, sentia-se a vontade em ir para a rua correr. Uns a tentar melhorar tempos pessoais, outros apenas correr pelo prazer de o fazer, de galgar o asfalto e paralelos molhados e a satisfação de poder terminar.
O tiro de partida deu-se, pontualmente, às 22h. O percurso tinha 2 voltas e meia, totalizando, 10710m (no meu gps). Fazer um circuito repetitivo não é o mais aliciante para mim. Já se sabe com o que contar e acaba por ser um pouco monótono. Salvo este pormenor, os quase 11 km foram feitos e terminados com alegria e agrado.
Finda a prova, chegou a hora do balanço do grupo. Todos terminaram em grande plano, apesar da queda aparatosa do nosso Manuel Cardoso, embora sem consequências muito graves.
Em suma, foi uma noite de corrida muito agradável e em boa companhia com a integração dos novos colegas do trail running. Venha a próxima!
Texto de Elisabete Ribeiro-AMARANTE




sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Balanço Final

Não sou bruxo (até porque não acredito em bruxas) mas tal como previa no inicio do ano 2012 a austeridade veio para ficar e como é óbvio afectar todos os sectores de actividade.Terminado que está  mais um ano desportivo este foi desde que iniciei a minha actividade das corridas aquele em que participei em menos provas.
Por norma a minha participação chegava a 20 provas por ano , este ano fiquei pelas 11, repartidas por  4 meias maratonas(Viana ,Porto,Cortegaça, ovar)uma maratona (Porto)uma prova de 15 km(Porto) três provas de 10 km(Valongo,Porto (2) uma prova de 5 km (Braga).
De fora ficaram provas que tradicionalmente corro mas que este ano algumas por lesão outros por serem demasiado" pesadas"as deslocações optei por não participar.
Continuo a alimentar a esperança de correr uma prova alem fronteiras , espero que seja possivel em 2013 , para isso terei que contar com muita saúde e que a nível económico a situação nos permita realizar esse sonho.
Não sou daqueles que reclame muito o preço das inscrições , pois considero que para corredores a este nível , ou seja que fazem das corridas o seu "vicio"pessoal as deslocações são o que mais pesam quando se toma a decisão de participar numa determinada prova.
O balanço final de 2012 acaba por ser positivo pois continuamos cá para as "curvas"da vida e prontos para enfrentar aquilo que o destino nos reserva , mas cientes que parte desse destino passa por nós , pela forma como iremos ter de lutar por aquilo  a que todos enquanto seres humanos temos direito:Dignidade.
2012 ficará também para sempre na minha memoria pois jamais imaginava que um dia a Natércia pudesse concluir uma maratona , assim foi pois para alem de ser a primeira amarantina a conseguir esse desiderato ajudou   a  que aumenta-se a sua auto estima num ano particularmente difícil pela perda do seu pai , por isso a correu em sua homenagem .Pode parecer incrível para aqueles que não praticam a corrida mas estas "pequenas "vitorias que conseguimos , são autênticos troféus que perduram para sempre no nosso coração.
Desejo todos os meus amigos da corrida e a todos que de uma ou outra forma me conhecem um santo e feliz natal , e nunca deixem  de lutar para ser felizes.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Duas amarantinas na S.Silvestre do Porto


 São Silvestre do Porto 2012


Num domingo que acordou chuvoso, previa-se uma S. Silvestre bem molhada. Quis S. Pedro dar a volta à situação e, a partir do meio da tarde, a chuva cessou e deu lugar a um fim de dia com uma temperatura agradável e propicia a uma corridinha de 10 quilómetros.
A Avenida dos Aliados rapidamente encheu-se de atletas e pessoas que vinham para assistir a esta festa da corrida de S. Silvestre na cidade do Porto.
A organização, este ano, decidiu fazer o escalonamento dos atletas por grupos de partida. Assim a elite partiu em primeiro lugar. Em seguida foram os atletas do Grupo A, com tempos abaixo dos 40 min. Os atletas que fazem tempos entre os 40 e os 59 min saíram logo a seguir. Por último, estavam os atletas do grupo C com 60 min ou mais. Para acedermos ao nosso grupo de partida tivemos que entrar por portas assinaladas com a sinalética devida.
Dado o tiro de partida, eu e os milhares de atletas arrancamos pelos Aliados abaixo, com muita cautela pois a afluência era imensa e a propensão aos atropelos era demasiada. Houve mesmo quem fosse empurrado contra um poste!
Iniciei, como combinado, na companhia de uma amiga e única mulher maratonista amarantina, Natércia Teixeira. Cuidadosas, seguimos de forma a evitar encontrões.
Subir a Rua Sá da Bandeira, Santa Catarina até ao Marquês, foi a prova de fogo, logo a começar. Valeu o incentivo do público, o nosso incentivo ao público para nos motivar a passar a primeira fase da prova. O resto do percurso era um pouco mais suave e deu para recuperar dos primeiros quilómetros. Nesta fase notou-se um maior alivio nos atletas e o entusiasmo era geral. Ouviam-se gritos de contentamento, os aplausos sucediam-se, a boa disposição reinava a cada passagem e o esforço que se fazia era minorado por toda esta euforia. A própria iluminação natalícia foi um fator de inspiração nesta noite agradável de festa e de corrida.
Sempre ao lado uma da outra, eu e a Natércia seguíamos em direção à parte mais emocionante da prova: a passagem no túnel de Ceuta. Foi, simplesmente, arrepiante sentir os brados dos atletas, os assobios para provocar eco, os braços no ar, a música colocada estrategicamente naquele local para concentrar o som e, assim, aumentar a adrenalina, a motivação e esquecer o cansaço.  Sentimos que corremos mais, o corpo todo arrepiado de exaltação e bem-estar, a alegria de ali passar deu-nos forças para continuar.
A parte final foi outra prova de fogo: subir os Aliados até voltar em direção à meta. Aqui sim, a nossa mente era quem comandava. O esforço foi tremendo mas, em silêncio, fomos dando força uma à outra para conseguir superar mais um passo. E conseguimos!
Em relação aos restantes membros do meu grupo, todos terminaram bem e com tempos bastante razoáveis.
Na parte final, para receber as medalhas, gerou-se um enorme aglomerado de atletas o que provocou uma demora tremenda para as receber.
Em jeito de conclusão, foi uma prova magnífica, feita em boa companhia e num ambiente de festa memorável.
Os grandes vencedores desta edição da S. Silvestre do Porto foram, Rui Pedro Silva e Catarina Ribeiro.
Masculinos: 1. Rui Pedro Silva (Benfica) 29.16.
2. Alberto Paulo (Benfica) 29.18.                                    
3. Bruno Jesus (Benfica) 29.25.
4. Pedro Ribeiro (Conforlimpa) 29.42.
5. Bruno Silva (Maia) 29.52.
6.Paulo Gomes (benaventense) 29.56
7. Miguel Ribeiro (Vianense) 30.18
8.Tiago Costa (Benfica) 30.28
9.Rui Muga  (Bragança) 30.52
10.Miguel Borges (Benfica)31.02
Femininos:
1. Catarina Ribeiro (Sporting) 33.40.
2. Inês Monteiro (individual) 33.57.
3. Sara Pinho (individual) 34.00.
4. Mónica Silva (Maratona) 34.21.
5. Daniela Cunha (Maratona) 34.59
 texto de :Elisabete Ribeiro-AMARANTE

TRAIL , AMARANTE 23 DEZEMBRO


Excelente iniciativa para todos os que gostam de corrida .Prova a realizar-se em amarante no próximo domingo.

VIDEO PROMOCIONAL



S.Silvestre Cidade do Porto , mais que uma corrida , uma festa do desporto

Como se pode ver na fotografia já passavam 4 minutos
desde o tiro de partida e ainda continuavam atletas a iniciar
a sua prova
De facto assim é , este tipo de provas de rua são muito mais que uma corrida , ás tantas nem sabemos se estamos a participar numa corrida propriamente dita ou numa festa tal é o entusiasmo geral que se vive neste tipo de eventos.
Ontem não fugiu á regra , a temperatura não podia estar melhor , 14º em Dezembro á algo que não é muito comum , mas assim foi , durante a prova era visível no rosto de todos os participantes a transpiração .
Participo neste tipo de provas sem grandes objectivos , apenas e só de participar e contribuir para a festa.A organização da Runporto esteve quase perfeita , e digo quase porque continuo a dizer que as ruas são demasiado estreitas para tantos atletas partirem ao mesmo tempo, existem provas alem fronteiras que fazem varias partidas com intervalos de 2 ou três minutos para permitir uma melhor circulação de atletas evitando assim os atropelos que ontem  se verificaram , felizmente sem grandes consequências.
Também no final acho que era preciso repensar a entrega da medalhas , 15 ou 20 minutos para as receber é muito para quem acabou de correr 10 km .De resto penso que no geral a organização esteve bem contribuindo para mais uma festa do desporto popular.

domingo, 16 de dezembro de 2012

S.SILVESTRE Cidade do Porto-2012

Amarante running team
presente na S.silvestre do porto
Mais uma S.silvestre  realizada na invicta cidade do porto.Para cumprir a tradição lá estive juntamente com   muitos atletas amarantinos que tradicionalmente participam nesta prova.Amarante running team participou com 5 atletas todos com uma excelente prestação , com destaque muito especial para o jovem FILIPE COUTINHO que foi o melhor dos muitos amarantinos presentes terminando a prova em 23º do seu escalão.Tiago Lopes continua o seu impressionante progresso terminou com 40.39 que é muito bom para quem tem 5 meses de atletismo...!Eu terminei com 48.:23 , a Natércia que correu com a nossa   amiga Elisabete Ribeiro ,Terminaram as duas com 54:56.De referir que foram 3 as senhoras amarantinas a terminar, Paula Cerqueira  a fazer a sua estreia com uma boa prestação de 57:30.Ao contrario do que estava anunciado apenas terminaram a prova  4827 atletas.Em breve voltarei ao tema pois a prova tem mais historias para contar.

Filipe  Coutinho (34:32)
O melhor amarantino classificado na 49º  em 4827 atletas que cortaram a linha de chegada
e 23º no seu escalão .
Magnifica prestação de um jovem que não faz do atletismo a sua profissão .







sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Porquê correr ? você mesmo tem a resposta...

Pois é meus amigos á quem diga que correr está na moda , de facto são cada vez mais os que se aventuram a este desporto que apenas trás benefícios á nossa saúde ,tanto física como mental.Nem de prepositivo hoje li uma noticia que 500 000 pessoas a menos visitaram este ano os serviços de saúde em portugal , sei que muitas delas será por motIvos economicos , mas estou em querer que dado o aumento de pessoas a fazer actividade física também contribuiu e muito para esse numero.Se por acaso é um daqueles que não consegue encontrar resposta de ver tantos e tantos a exercitarem-se tente voce mesmo e encontrara a resposta em pouco tempo , este texto tirado da pagina "corridas em montanha" dá uma ajuda.
"Cada vez mais se fala da importância de se realizar alguma atividade física. E nesse contexto, cada vez mais a corrida ou o ato de correr tem sido tratado como um esporte de destaque. Correr traz muitos benefícios para a qualidade de vida. Reduz o peso corporal; melhora o nível de colesterol; aumenta a capacidade cardiorrespiratória; reduz os riscos de infarto; aumenta a massa muscular; reduz a variação da pressão arterial de repouso; ativa a circulação sanguínea, diminuindo problemas do coração; melhora a função do rim, que filtra o sangue e reduz o número de substâncias tóxicas que circulam pelo corpo; melhora a qualidade do sono; estimula a formação de massa óssea ajudando a prevenir lesões como a osteoporose; melhora a auto-estima; aumenta o condicionamento físico; proporciona sensação de bem-estar; diminui o estresse e melhora a depressão; aumenta a eficiência do metabolismo. Está esperando o que para começar a correr?

Claro que antes de dar início a qualquer atividade física você precisa ter certeza que está apto a dar o primeiro passo. É imprescindível uma visita ao médico. Faça um check-up cardiológico para verificar como está sua saúde e determinar quais cuidados você deve ter antes de iniciar os treinos.
A corrida tem que ser algo prazeroso. Mesmo que o treino seja duro, deve ficar uma sensação boa. Aqueça antes de correr, corra em lugares seguros, divirta-se correndo, corra ...
Algo tão simples e natural como correr se converte em uma experiência alucinante quando praticada em uma montanha e pode ser um dos desportos  na natureza mais ao alcance das pessoas.
Corridas em Montanha é uma modalidade desportiva similar às Maratonas ou corridas de rua, porém realizadas em ambiente montanhoso. No plano mental, a corrida de montanha permite romper com a monotonia dos percursos urbanos ao propor uma variedade de paisagens exuberantes do maravilhoso ambiente desde tipo de competições.
Quem corre na montanha adquiri mais força muscular, condicionamento físico, potência e força dos membros inferiores enfrentando obstáculos da natureza.
Correr na montanha é algo inexplicável, é impossível transpor em palavras tal sentimento. Só quem corre sabe, só quem corre sente!
Experimente essa emoção, sinta o que nunca sentiu antes e encontre suas próprias respostas."
publicado em "corridas da montanha"

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

"corrida eterna”

Natércia & Elisabete Ribeiro
no final da 55ª volta a Paranhos


Realizou-se , 8 de Dezembro, mais uma Volta a Paranhos, na cidade Invicta. Esta volta já conta com 55 anos de existência e é uma das mais antigas provas realizadas no país.A manhã soalheira estava convidativa para mais uma prova. Apesar de algum frio típico da estação, a temperatura estava agradável. O ambiente era de festa. Os atletas iam chegando em grupos identificados ou com familiares e amigos. As ruas encheram-se de populares que vêm todos os anos, a 8 de Dezembro  a freguesia de Paranhos avolumarem-se de atletas, de cor, de movimento e alegria.O tiro de partida estava previsto para as 10.45h da manhã. Enquanto aguardava pelo arranque senti-me, momentaneamente, nervosa. Um sentimento “agridoce” estava ali presente. Foi nesta volta que, um ano atrás iniciei a minha participação em provas oficiais. Este ano tinha combinado com um amigo que faríamos a corrida juntos, pelo companheirismo, interajuda e pelo gosto de correr. Quis o destino levá-lo numa “corrida eterna” antes de realizar esta prova…  partiu, mas ficou aqui feita a minha homenagem. Na hora marcada deu-se o tiro que marcava o arranque dos atletas. O sol e um vento moderado fizeram-nos companhia ao longo de todo o percurso. Com as pequenas subidas e descidas típicas de um circuito citadino, assim se seguiu rumo à meta, com o apoio de muitas pessoas que assistiam ao evento.
Esta edição contou com cerca de 1700 atletas, um novo recorde de participantes relativamente a 2011 que se tinha fixado nos 1615.Os etíopes Tsegaye Mekonnen e Chaltu Waka foram os grandes vencedores desta Volta.
Por : Elisabete Ribeiro-amarante
fotos volta a paranhos

domingo, 9 de dezembro de 2012

1694 ATLETAS CORRERAM A VOLTA A PARANHOS

Apesar da crise foram 1694 os atletas que ontem cortaram a linha de chegada da 55ª volta a Paranhos .
Foram assim mais 79 atletas que na edição de 2011 e mais  465 (!)que em 2010 , mesmo assim bem longe dos 2000 que a organização anunciou.
Pela minha parte esta foi a minha  6ª participação e Natércia a 4ª e é sempre um prazer fazer esta histórica corrida que á 55 anos consecutivos se realiza pelas ruas da invicta.O nosso grupo de atletas esteve muito bem Pois o Tiago estreante em provas de 10km (depois de duas meias e maratona) terminou com o tempo de 42:05 e o Jose machado com 42:44.Eu terminei com 47:44(tempo oficial 48:05)e a Natércia 52:59 (53:19).
Foram cerca de vinte atletas de amarante a participar todos com boa prestação de todos destaco Elisabete Ribeiro que correu em condições pesicologicas  muito difíceis pois perdeu á poucos dias um amigo com quem tinha previsto correr esta prova , concerteza que a correu em homenagem a ele  , nada melhor que a corrida para ajudar nestes momentos mais difíceis .




sábado, 8 de dezembro de 2012

55ª VOLTA A PARANHOS

Mais uma  volta a Paranhos  concluída .Aquela que é a 2ª prova de estrada mais antiga de Portugal
Amarante running team esteve mais uma vez presente com 4 atletas , para alem de mim e da Natércia , José machado e Tiago Lopes( em estreia ).Depois de uma semana difícil em vários aspectos hoje decidimos participar , e correr separadamente.A prova é curta para as nossas capacidades , pois gostamos é de resistência mas correu bem , talvez melhor que o esperado.É sempre bom encontrar muitos amigos alguns que já não víamos desde a edição de 2011 , é isto que mais gosto neste tipo de provas ,o convívio .
Á hora que escrevo este texto ainda não existem resultados publicados por isso voltarei á historia da prova brevemente.





a minha Prova













 Prova da Natércia

















quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Chegou o frio e as constipações...correr ajuda ?

"O nariz pinga, a voz arranha, a cabeça começa a zunir: é uma constipação que aí vem. Estamos constantemente rodeados por cerca de 200 diferentes vírus de constipação que não podemos evitar. Na estação húmida e fria, porém, estamos particularmente expostos"
Para todos os que gostam de correr com tempo humido e frio mas que são sensiveis  a a este tipo de virus como é o meu caso sabem que mais dia menos dia a constipação aparece.E de facto assim foi desde domingo que ando com o corpo feito num oito , por isso apenas fiz dois pequenos treinos e mesmo assim com dificuldade.
Segundo os especialista a pratica do exercio fisico se não houver febre favurece e ajuda na cura da constipação , o problema é que as pernas não andam , e aquilo que queremos fazer por prazer começa a ser um sacrifício .
Ontem assim foi 40 minutos a "tentar"correr ....e as pernas a querer parar .

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

INSCRIÇÕES PARA A S.SILVESTRE ESGOTADAS

É de facto um fenómeno muito saudável o que está a acontecer com a pratica da corrida em portugal.É Difícil quantificar mas neste momento são centenas de milhares de pessoas que se dedicam á corrida e que  mais cedo ou mais tarde acabam por se integrar e participar  nas provas de rua .A S.Silvestre é uma prova popular onde muitos se iniciam , umas vezes por curiosidade outras para testar as suas reais capacidades.A S.Silvestre cidade do porto é uma dessas provas onde este ano vão estar 10  000 pessoas divididas entre a prova principal de 10 km e mini de 4km.
Quando estamos a duas semanas da prova a organização já anunciou que esgotaram as inscrições.
A silvestre para alem de uma corrida é um evento Natalício , que leva até á baixa portuense milhares de pessoas para conviver nesta quadra de natal .Será concerteza uma boa forma de festejar esta quadra que para muitos tem poucos motivos de alegria.Se tudo correr bem também lá estarei desfrutando assim deste evento fantástico .

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012


Como evitar oito erros mais comuns numa prova

1-    Iniciar muito rápido

Iniciar uma prova a um ritmo muito rápido pode ser prejudicial ao nível do desempenho do atleta e não obter os resultados pretendidos, mesmo que tenha trabalhado para eles! O desgaste excessivo retira o corpo de um estado de equilíbrio e pode aumentar a produção de glicogénio e ácido lático, que são originados quando o corpo está num ritmo mais forte do que ele consegue manter.
O ideal é controlar o entusiasmo e aproveitar o primeiro quilómetro para aquecer o corpo a um ritmo mais leve. O restante da prova deve-se ir aumentando o ritmo, a cada quilómetro percorrido.

2-   Manter ritmo superior ao habitual

É normal, durante uma prova, manter um ritmo mais intenso do que o do treino, dado que a motivação e o entusiasmo são maiores. Mas se essa velocidade excede muito a do costume, o corpo pode sentir as consequências e o atleta pode ficar cansado demais antes de completar a prova. O mais indicado é correr entre 10 a 15 segundos por km mais rápido do que o habitual, e não mais do que isso.

3-   Ziguezaguear durante a prova

Dado o crescente número de participantes nas provas, o mais comum é serpentear entre os corredores para prosseguir. Contudo, com estes movimentos, o risco de sofrer um entorse, uma lesão ou mesmo uma queda, é muito grande. Além disso, essa prática aumenta o percurso da prova, produzindo um maior cansaço ao atleta.

4-   Errar o ritmo ao pegar na água

Muitas vezes, com a pressa de manter bons resultados e não perder o ritmo, muitos atletas mal abrandam para pegar na água. Não é necessário parar totalmente, basta um ligeiro trote, manter a respiração tranquila e, após a hidratação, voltar ao ritmo anterior.
Um outro erro é não beber durante a prova. Com isso o corpo desidrata rapidamente devido ao aumento da temperatura causada pelo esforço. O mais correto é beber cerca de 200 ml de água a cada 20 minutos de corrida.

5-   Atenção nas curvas

Uma curva mal feita pode prejudicar imenso o desempenho na corrida. Fazer as curvas pelo lado maior aumenta o trajeto. Mas correr pelo lado de dentro, principalmente, em curvas longas, pode diminuir a distância da prova. Todavia é necessário ter muita atenção: se a curva for muito fechada, a mudança brusca de direção do corpo pode provocar lesões, nomeadamente, entorses de tornozelo.

6-   Abrandar quando surgir cansaço cardiorrespiratório

O ideal a fazer quando sentir este tipo de cansaço é abrandar o ritmo da corrida até recuperar o fôlego. Quando se sentir mais seguro e confortável, o atleta pode aumentar o ritmo novamente.

7-   Alimentação durante uma prova

Nas provas acima dos 10 km é fundamental manter uma alimentação rica em hidratos de carbono de alto nível glicémico. Este nutriente é facilmente absorvido pelo organismo e gera energia rápida, impedindo que o corpo retire proteínas dos músculos para produzir força. A forma mais prática de os repor durante uma prova é através dos líquidos isotónicos. Também existem os já conhecidos suplementos em forma de gel, com um alto índice glicémico, para serem ingeridos, acessivelmente, durante a prova.
Como muitas organizações de provas nem sempre fornecem os isotónicos e os suplementos, é conveniente os atletas prevenirem-se e irem munidos com estes carbo-hidratos.

8-   As subidas

Os percursos com subidas exigem mais resistência e mais força do atleta. Manter o ritmo na subida solicita a parte muscular extensora da coluna, a região abdominal e os glúteos. Deste modo é pertinente investir em exercícios de fortalecimento para estas áreas musculares. Importante também é manter a coluna bem alinhada na subida e a colocação dos pés no chão.
Um meio de saber se a prova tem muitas subidas é, se possível, fazer o reconhecimento do percurso, previamente. No caso de impossibilidade, é tentar arranjar a altimetria da prova para uma melhor preparação.
Adaptado: “minhavida”
Por: Elisabete Ribeiro

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Fantástico ! 7 minutos de puro prazer ! veja por favor

Estes loucos que correm
Caros amigos da corrida , este é certamente  um video que vai prender a atenção de todos pois está aqui retratado  tudo o que os corredores sentem e por norma falam deles , é arrepiante não deixe de ver e partilhar.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Quem gosta ...sempre gosta

Ontem no final  de mais um treino nocturno
Chegou o frio e o outono e com ele os treinos nocturnos.Ontem foi provavelmente a noite mais fria deste outono que continua húmido e agora também muito frio.Quando terminamos o treino de ontem os termómetros marcavam 4º (positivos) para quem vive aqui  não é frio , mas como é o primeiro custa sempre.Lembro-me de ter escrito á tempos qualquer coisa sobre isto a que dei o titulo "quem gosta gosta sempre" , agora só troquei a posição .De facto é incrível que com a mudança de tempo o cenário se altere tanto.Com o sol e tempo quente é um regalo ver tantas pessoas a fazer actividade física , mal começa a chuva e o frio apenas nós "os tolinhos do costume".
Não sei se tem a ver com uma questão cultural , mas gostava que essas pessoas me explicassem porque só se exercitam com o chamado tempo bom.Eu pessoalmente adoro  este tempo para correr , até porque tenho dificuldade em o fazer com o calor.
A pratica do exercício físico e da corrida em particular , quando não praticada na vertente competitiva  é um "alimento" diário , tão importante como qualquer  outro .
Sei que não é fácil , sair do conforto e ir para a rua correr , mas depois de começar o retorno é tão agradável que nos alimenta a alma  aquece o corpo terminando com uma sensação de autentica liberdade.
Por isso tal como os gelados a corrida também assim é "quem gosta ...sempre gosta !

sábado, 24 de novembro de 2012

Elisabete Ribeiro

Começar a correr… por amor! Continuar… por paixão!

Não tinha muitos hábitos de desporto em miúda, muito menos de corrida. Quando me apaixonei, por aquele que viria a ser o meu marido, decidi mudar um pouco a minha performance física, comecei a fazer umas corridas, uma vez que ele adorava desporto, inclusive, a corrida. É óbvio que o fazia mais para lhe agradar do que propriamente por gosto próprio.
O tempo foi passando e eu continuava a correr, corridas curtas, casuais e apenas quando “tinha tempo”. Com o nascimento do meu filho fiquei mais condicionada a nível de disponibilidade, então coloquei um pouco de parte as corridas casuais e passei a frequentar um ginásio. Quando o ginásio encerrou para férias eu decidi continuar a treinar e passei a correr num circuito de manutenção existente na minha região. Deixei completamente o ginásio e passei a fazer aquele circuito assiduamente.
Nesta fase já tinha o bichinho de correr, mas continuava a ser movida pela ideia inicial: agradar ao meu marido, fazer algo que ele também gostava e sentir que havia a possibilidade dele se orgulhar deste meu empenho.
No final de agosto de 2011, estava eu a fazer mais uma corridinha nesse circuito, quando um atleta que faz parte de um grupo de atletismo (ADA – Associação Desportiva de Amarante) perguntou se me podia fazer companhia. Assenti, e durante este pequeno treino ele disse que eu tinha um passo muito certinho e perguntou se eu não queria fazer um treino com o grupo acima citado. Fiquei admirada, entusiasmada, receosa mas pronta para aceitar este desafio. No dia marcado fui treinar com o grupo. Um grupo cujos membros já correm, maioritariamente, acerca de 25 a 30 anos. Apesar de ser muito mais lenta, eles tentaram ajudar-me na integração e acompanharam o meu ritmo. Desde esse dia passei a ser companhia habitual dos treinos destes atletas.
Como a vida prega-nos algumas partidas, e, por ironia do destino, em setembro de 2011 surge o fim do meu casamento. Nesta fase a corrida passou a ter um outro sentido na minha vida. Passou de mero passatempo para uma necessidade física e mental. Enquanto corria não pensava na carga negativa associada à separação. A sensação de bem-estar passou a prevalecer bem como o estímulo do meu ânimo.
O convite para participar em provas surgiu num ápice com a minha integração no grupo. Assim, a 8 de dezembro de 2011 fiz a minha primeira prova no Porto com a Volta a Paranhos, de 10 kms. Para caloira, os 53m com que finalizei a prova, deixou-me com muita vontade de participar em mais.
Realmente mais provas vieram e, até esta data, já participei em 15 provas, incluindo 5 meias maratonas, em menos de um ano.
Atualmente a corrida é, para mim, a minha segunda paixão (a primeira é o meu filho). Posso não correr muito, mas o que corro faço-o com vontade, com esforço, com alegria, com gosto, com sentimento.
A corrida anda de mãos dadas com o bem-estar emocional e físico. Dá-nos uma maior disposição e energia… e eu estou, definitivamente, de mãos dadas com a corrida!!
Elisabete Ribeiro-

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Atletismo regressa á ADA com António Pinto

Tal como escrevi aqui á dias está de regresso á ADA (Associação desportiva de amarante )com um padrinho de luxo nada mais nada menos que António Pinto antigo atleta do clube e que fez carreira no atletismo internacional ao ponto de ainda ser recordista europeu da maratona.
A ADA tinha suspendido na época anterior o seu atletismo de formação (apenas tinha veteranos) .Ao que conseguimos apurar esta jovem direcção está apostada em fazer regressar ao clube as modalidades que tanto deram a esta cidade e ao desporto nacional com a participação dos seus atletas em varias provas internacionais e nos jogos olímpicos.
Da minha parte enquanto admirador desta modalidade ficarei atento ao evoluir dos jovens atletas e na esperança que daqui possam a sair novamente novos campeões , mantendo assim a tradição desta  terra.

Maratona , esse grande desafio

foto:google
Confesso que de tanto ler comentários sobre  longas distancias que cada vez me apaixono por elas.A minha recente participação na maratona do porto em condições muitos especiais deu-me uma experiência única de como interpretar esta corrida louca.De facto na primeira maratona não tive tempo para observar certas coisas interessantes que acontecem na corrida.No mês que vem são muitos os amigos da blogosfera que vão participar na maratona de Lisboa , por isso deixo aqui mais um testemunho que vai direitinho para todos aqueles que pela primeira vez se vão estrear nesta distancia.


 QHSE da Schlumberger(autor)
Eu nunca fui um atleta dedicado, mas, aos 32 anos, comecei a correr por diversão com os Hash House Harriers. Todas as semanas, corria com vários amigos nas dunas e sabkhas próximas a Dubai, nos Emirados Árabes, onde eu morava. Oito anos mais tarde, ingressei na equipe da Schlumberger para correr a Holmenkhole lopet, uma corrida de revezamento em torno das colinas de Oslo, Noruega. Após correr algumas provas de 20 km, fui desafiado por minha filha a correr 25 km com ela. Eu a venci e corri 30 km naquele dia. Estávamos em outubro de 1994. A maratona de Houston, "apenas" 12 km mais longa, era em janeiro. Comecei a treinar, descobrindo que a maratona, na realidade, é composta de duas provas: uma prova de 32 km, seguida por outra de 10 km de igual dificuldade física. Eu tinha somente um objetivo – terminar. Mas, enquanto fazia a prova, descobri que poderia bater o tempo de Oprah Winfrey (4 horas e 16 minutos) e, mais tarde, conseguir abaixo do limite de 4 horas. Eu consegui. O sentimento de realização no final da prova é indescritível.
Como vocês podem ver, eu não estou competindo com os vencedores, que correm muito durante toda a prova e terminam em menos de duas horas e dez minutos, em um ritmo incrível de 20 km/h. Porém, aquela primeira corrida foi como uma isca – corro uma maratona todos os anos desde essa época, nos últimos sete anos. O treinamento associado à prova me permite pegar uma bicicleta, pedalar 275 km em dois dias para uma prova beneficiente e esquecer a bicicleta por um ano.
Logo após minha primeira maratona, eu estava intrigado pelo fato de a distância ser tão precisa (42 km e 195 m). Cada metro conta. Feldípedes, o mensageiro que estabeleceu a tradição da maratona, correu entre o campo de batalha de Maratona, uma pequena cidade grega, até a Acrópolis em Atenas para anunciar a vitória (em grego, nike, pronuncia-se ni-qui). Porém, como podemos nos lembrar a partir de qual arbusto ou árvore no campo de batalha ele iniciou a corrida? Qual foi o local exato de chegada na Acrópolis (e no qual ele faleceu)? Ele utilizou algum atalho?, etc.... A história nos dá a origem da distância exata. Nas Olimpíadas da Grécia antiga, era utilizada uma distância de aproximadamente 40 km. Na primeira Olímpiada da Era Moderna, disputada em 1896, também foi utilizada a mesma distância.
A distância de 42 km e 195 m foi estabelecida nos Jogos Olímpicos de 1908, em Londres. De acordo com a lenda, a família real britânica queria que a largada fosse feita no Castelo de Windsor, para que os netos de Eduardo VII pudessem assistir, e que a chegada fosse em frente ao palanque real no estádio olímpico, de forma que a Rainha Alexandra pudesse observá-la. Portanto, o percurso foi aumentado para atender a essas exigências.
Essa distância exata foi medida e congelada para todas as maratonas futuras. Na tradição perversa da maratona, os corredores, em um último segundo de consciência, deveriam gritar "Deus salve a rainha" (ou talvez algo um pouco menos respeitoso) ao cruzar a marca de 40 km, pois devemos a distância adicional à família real britânica.
Desde 1994, eu incentivo meus amigos e colegas a embarcar nessa aventura fantástica que é correr uma maratona. Eu argumento que (quase) todas as pessoas podem fazê-lo. São necessários seis meses de dedicação e treinamento para correr a primeira maratona, se você for capaz de correr somente cinco quilômetros, mesmo com dificuldade (consulte o seu médico antes). Hoje em dia, eu corro confortavelmente a maratona, utilizando o método de Jeff Galloway, que consiste em andar durante um minuto em cada 1,6 km, começando desde o início. Isso me permite correr uma maratona com uma variação de alguns minutos em relação ao tempo planejado.
Um último comentário. A disputa da maratona é mais uma proeza mental que física. Durante a prova, aprendemos que somos esquizofrênicos. Depois de 24 quilômetros, você descobre duas pessoas barulhentas discutindo dentro de sua cabeça. Uma diz: "Isso é bobagem. Pare. Sente-se. Desista. Tome uma cerveja gelada." A outra retruca: "Vá em frente. Não pare. Você pode bater seu recorde pessoal. Ouça as pessoas aplaudindo você." Até agora, a segunda pessoa sempre venceu a discussão!!!
 QHSE da Schlumberger

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Recordista Europeu da maratona é o novo padrinho da Escola de atletismo

A.Pinto , regresso ás origens.(foto da maratona de Londres
quando bateu o ainda recorde europeu)
Ora aí está uma noticia positiva (sim porque agora poucas vezes as noticias são positivas) António Pinto atleta amarantino que ainda é o actual detentor do recorde europeu da maratona e dono de um invejável palmares é o padrinho da escola de atletismo que vai regressar á ADA (Associação desportiva de Amarante)que foi precisamente o clube que o catapultou  para a ribalta do atletismo Mundial.
Partilhamos assim com a família do atletismo a noticia que á muito se falava mas só hoje se tornou publica.
Amarante sempre foi uma terra de atletismo , ainda recentemente e quando consultava alguns documentos antigos reparei que em todas as edições da meia maratona da Nazaré estiveram atletas amarantinos , e só por curiosidade digo que este mesmo atleta (António Pinto) correu á 30 anos com apenas 16 (!)anos a meia maratona (1:19:24) e em 1984 com 18 anos 1:09:26.Por aqui se vê que estava ali um grande atleta que ainda hoje detêm recordes nacionais e internacionais
Esperamos pois que este seu regresso ao atletismo sirva de inspiração a muitos jovens que querem praticar a modalidade , vendo nele uma referencia.

terça-feira, 13 de novembro de 2012

A Mãe da minha meia maratona de domingo

Desde 16 de Novembro de 1975 que no segundo domingo do mês de Novembro se realiza a meia  da Nazaré.
Tal como muitos dos atletas do pelotão só cheguei ao atletismo depois dos 36 anos por isso só em 2005 participei pela 1ª vez nesta  Prova (1:39:21) que é sem duvida diferente de todas pela carga histórica que carrega sobre si , ou seja pela primeira vez em portugal se organizou uma meia maratona  legalmente claro está.
Este ano quando estabeleci as provas em  que ia participar , logo  a Nazaré ficou de parte , não porque não gosto  , antes pelo contrario, mas Nazaré fica muito longe e nesta altura de contenção de custos temos que ser realistas e só  ir até onde se pode. Mas não quis ficar sem correr 21097 metros , e no domingo Com  Natércia também corremos meia maratona  por sinal no mesmo local onde pela primeira vez corri esta distancia em treino , a estrada nacional que liga Amarante ao Marco de Canaveses e que é a predilecta de muitos dos amantes da corrida para os treinos longos.
E foi assim numa manhã de muito nevoeiro que partimos para um treino diferente , onde a maioria dos amigos da corrida estavam para a Nazaré  e apenas alguns ciclistas fizeram de companhia neste percurso em que a  natureza é rainha , fazendo com que a se aproveite todos os momentos.
Como já tenho escrito em textos anteriores a corrida neste momento apenas é importante para me manter fisicamente e mentalmente activo , descobri á muito que sem correr não sou a mesma pessoa por isso já não penso nos tempos , não penso nas provas (embora goste de participar )mas quero apenas ter saúde para todos os dias aproveitar esta fantástica forma de LIBERTAÇÃO.Quanto á" Mãe "espero para o ano ter condições para participar pois é sempre um prazer correr na Nazaré.A todos boas corridas e sejam felizes.

A nossa meia maratona de domingo

Relato de uma filha que foi ver a "mãe"

Elisabete Ribeiro na Nazaré

A meia maratona da Nazaré é conhecida como a MÃE das meias maratonas em Portugal.Por isso é quase obrigatório todos os que correm esta distancia visitarem a Nazaré para participar nesta prova que já vai na 38ª edição e que foi a primeira que se realizou em Portugal no Pós 25 de Abril (16 de Novembro de 1975).Foi o que fez a nossa amiga Elisabete Ribeiro no passado domingo , e fez questão de nos enviar um texto com o resumo da sua participação que desde já agradecemos e publicamos.

Decorreu ontem, 11 de Novembro  a 38ª edição da Meia Maratona Internacional da Nazaré, a denominada “Mãe” das Meias Maratonas em Portugal. Simultaneamente com a “Mãe”, decorreram a Volta à Nazaré na distância de 7 km e a Caminhada de 4 km.
A marginal da bonita vila da Nazaré avolumou-se de atletas que não quiseram perder a oportunidade de participar em mais uma edição desta prova!
À chegada à vila o tempo estava chuvoso e frio. Contudo, à medida que a manhã avançava o céu descobriu e o Sol deu as boas vindas ao início da prova, às 11h da manhã!
À hora marcada deu-se o tiro de partida. Os passeios estavam repletos de pessoas que não quiseram faltar à abalada dos atletas. Avançamos pela Avenida Manuel Remígio até ao Porto de Pesca. Quem assistia, ia batendo palmas de incentivo, mas a maioria… só visualizava.
Daqui subimos a Estrada Nacional 242 até virar para a Rua Mouzinho de Albuquerque. Nesta rua deu para relaxar um pouco o esforço da subida, pois era a descer até encontrar, novamente, a Avenida Manuel Remígio. A partir daqui já estavam 4 km feitos e o aquecimento para o restante percurso. Seguimos em direção à EN 242, mas desta vez no sentido de Famalicão. Aqui subimos mais um pouco até à ponte mas, a partir daqui, foi sempre a rolar com alguma facilidade porque o vento “empurrava-nos” até ao retorno! Tendo o auxílio do vento, tentei controlar a “dor de burro” que surgiu, inusitadamente, com o controlo da respiração. Após debatido este percalço, foi seguir mais despreocupada e com um ritmo controlado e confortável.
Após fazer o retorno começaram as dificuldades com aquele que, até então, foi nosso amigo. O vento fustigava, agora, de frente. Frio e forte, dificultou a passagem de todos os atletas até virar à esquerda, no final da ponte. Já com algum cansaço normal dos 16 km, não aguentei a pressão e tive de caminhar alguns metros para repor convenientemente, a respiração. Atrasei um pouco o tempo que pretendia fazer, mas o mais importante era acabar bem… e acabei!!
Ao longo do trajeto verifiquei que, apesar de haver muitas pessoas a assistir, é notório ainda a falta de sensibilidade e de animosidade para dar palavras de incentivo, bater palmas e estimular o esforço que os atletas fazem. Há, realmente, sempre alguém que berra, bate palmas, que anima o cansaço, mas são tão poucos num universo de imensos… Eu própria pedi para baterem palmas, para nos darem força… mas isso é algo que tem de vir sem ser pedido!!!
Texto : Elisabete Ribeiro-Amarante
resultados da 38ªedição da meia maratona da nazare

Pausa na Corrida

Pouco mais de 48 horas após a Meia Maratona de ovar tive um problema de saúde  por esse motivo  irei "Fazer uma Pausa na corrida&qu...